10 dicas científicas para melhorar a vida sexual

Já sabíamos, mas a ciência confirma. O bom sexo não é do domínio da física quântica. Na verdade, para arrasar na cama basta ter vontade… e tempo a perder com uns quantos pormenores simples, ao alcance de todos.

Texto DNLife | Fotografias de Shutterstock

CRIE UMA ATMOSFERA ESPECIAL

Não precisa de gastar muito dinheiro: umas quantas velas no chão, uns espelhos ou uns panos indianos na cama bastam para criar uma sensual fuga à realidade. Segundo um estudo da Universidade de Montreal, Canadá, 86,4 por cento dos entrevistados afirmava que bom sexo estava necessariamente ligado a atmosferas e locais românticos, bem como à existência de sentimentos amorosos durante a relação sexual. Na dúvida, apanhe a roupa suja do chão do quarto. E deixe ficar os projetores e a música.

AQUEÇA-LHE OS PÉS

É um clássico: chegar à cama, despir tudo, tirar as cuecas e… as peúgas ficam nos pés. E parece que realmente merece a pena deixá-las, a avaliar por uma pesquisa da Universidade de Groningen, nos Países Baixos, que diz que 80 por cento dos casais com meias atingiram o clímax, contra 50 por cento que lá chegaram descalços. A razão é simples: além de ajudarem a manter a temperatura corporal, as peúgas facilitam a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés – e orgasmos de se perder a cabeça.

O HUMOR É SEXY

O humor é sexy garante um estudo da Universidade do Estado de Nova Iorque em Albany, EUA, que quis descobrir onde começa o prazer feminino. Resultados? Se eles não forem especialmente ricos, bonitos ou espadaúdos, podem fiar-se à vontade no sentido de humor. Para os investigadores, ser divertido não só influencia a quantidade de vezes que elas têm sexo, como a iniciativa de procurarem um homem e a frequência dos orgasmos.

CUIDE DO ASPETO

Ainda de acordo com os mesmos investigadores do departamento de psicologia, a intensidade dos orgasmos femininos depende diretamente de as mulheres acharem o seu homem bem-parecido – e se as amigas partilharem da opinião delas a este respeito, tanto melhor. Outro atributo é a largura de ombros, razão por que deve cuidar da forma física e insistir na musculação para ter pelo menos um abraço poderoso a seu favor.

BEIJE COM VONTADE

É capaz de ser dos gatilhos mais intensos na hora do sexo e percebe-se bem o porquê. Segundo esta investigação da Universidade de Oxford, um beijo começa nos lábios, cheios de terminações nervosas que comunicam diretamente com o cérebro. Permite medir a temperatura corporal do outro, o seu tónus muscular, o estado do sistema imunológico. A troca de saliva faz ainda com que o homem passe testosterona à mulher, ativando-lhe a recetividade sexual como o melhor dos afrodisíacos.

APOSTE NOS PRELIMINARES

O senso comum diz-nos que os preliminares são bons e recomendam-se, e a ciência aplaude após um estudo realizado pela Universidade McGill, no Canadá, ter comprovado que melhoram incrivelmente a qualidade dos orgasmos. Motivo mais do que suficiente para nunca – mas mesmo nunca – descurá-los na cama.

DE CIMA PARA BAIXO

Aqui, a conversa funciona sobretudo para os homens: investigadores da Universidade Rutgers, nos EUA, concluíram que estimular os mamilos ativa a mesma zona do cérebro que o clitóris. Afinal, os boatos de que não é fácil levar uma mulher ao orgasmo são manifestamente exagerados.

USE AS MÃOS

O biólogo e sexólogo americano Alfred Kinsey já o tinha descoberto na década de 1940: a mulher chega mais facilmente ao orgasmo através da masturbação, uma vez que este é clitoriano (não vaginal) e muitos homens ainda lhe passam ao lado durante o ato sexual, sem noção de que ali reside o maior centro de prazer feminino. Mais uma vez, insista nos preliminares. Ah, e use as mãos à vontade, sem medos nem vergonha.

NÃO BEBA DEMASIADO

Há quem diga que uma bebida desinibe e até pode ter razão: investigadores das universidades de Turim e Florença provaram cientificamente que as mulheres que bebem um a dois copos de vinho tinto por dia sentem mais desejo. Ainda assim, convém não exagerar do álcool, já que tende a deprimir o sistema nervoso central, diminuindo a excitação e a resposta à estimulação sexual.

Este artigo foi publicado originalmente em www.noticiasmagazine.pt.