Está sempre com fome? Estes cinco conselhos podem ajudá-lo

BEBER LÍQUIDOS. Estar sempre a comer não é benéfico para o organismo. A melhor maneira de combater o excesso de fome são os líquidos. Ambos são ricos em minerais e contêm outras substâncias que contribuem para o bem-estar do nosso organismo. Experimente este truque: quando estiver com fome beba primeiro um copo de água. Se essa vontade louca de comer passar, então é porque não tinha fome.
LEGUMINOSAS. Introduzir estes alimentos ao almoço e ao jantar pode ajudar bastante a controlar a vontade excessiva de comer. O feijão, o grão e as lentilhas são algumas leguminosas que podem enriquecer os seus pratos. Ajudam a controlar o açúcar no sangue e não engordam.
VERDURAS. Dê cor aos seus pratos e introduza nas principais refeições alimentos com proteína vegetal, como a couve. Para além de fazerem bem à saúde, saciam.
LEVE COMIDA DE CASA. Segundo a nutricionista, uma pasta de húmus, com palitos de cenoura e de pepino, pode ser uma boa alternativa para comer a meio da tarde. Uma caixa com frutos secos, uma peça de fruta ou bolachas de milho, barradas com manteiga vegetal de amêndoa, também podem resultar bem.
JEJUM INTERMITENTE. É possível disciplinar o corpo de modo a ter fome apenas em determinadas alturas. O jejum intermitente pode ajudar a regular os períodos em que temos fome e a limpar o organismo.
16/07/2018 por jessicaferreira

É daquelas pessoas, que passa a vida a dizer «tenho fome»? E come tudo o que lhe aparece à frente? Há uma explicação para isso.

Texto DN Life | Fotografias Shutterstock

Para muitas pessoas parece que as quatro refeições do dia não são suficientes. Pouco depois do pequeno-almoço, eis que surge uma vontade intensa de comer um bolo.

A seguir ao almoço, a cabeça não deixa de pensar naquelas batatas fritas que estão guardadas no armário. Resumindo: passam o dia todo a comer.

«A fome está relacionada com a necessidade que as pessoas têm em suprimir carências, nomeadamente, a nível emocional», diz a nutricionista Ana Garcez.

De acordo com um estudo da Universidade de Sheffield, publicado na Buena Vida, o nosso apetite deriva da quantidade de calorias que ingerimos por dia. Os estímulos visuais e olfativos, os hábitos alimentares e os fatores sociais e psicológicos também influenciam.

Segundo a nutricionista, Ana Garcez, «a fome está relacionada com a necessidade que as pessoas têm em suprimir as suas carências alimentares, nomeadamente a nível emocional.»

Mas não só. O facto de dizermos sempre que estamos com fome, pode ser uma chamada de atenção do nosso cérebro relativamente ao nosso bem-estar psicológico.

«Devemos olhar para o que ingerimos como se fosse o nosso combustível e comer, apenas, para ganhar saúde.»

«Os doces fazem com que, no nosso cérebro, ocorram muitas reações que fazem libertar as hormonas do bem-estar», diz a nutricionista, explicando que é por isso «que as pessoas comem muitos alimentos que lhes fazem mal. Para se sentirem aconchegadas a nível psicológico.»

É possível combater esta espiral e manter uma relação saudável com a comida. Basta trabalhá-la. «Devemos olhar para o que ingerimos como se fosse o nosso combustível e comer, apenas, para ganhar saúde.»

Os alimentos que ingere podem fazer a diferença na forma como vai desempenhar as suas funções no dia-a-dia. Ter consciência do que come é mesmo importante.

Percorra a fotogaleria e descubra cinco alternativas saudáveis que podem ajudá-lo a controlar o seu apetite durante o dia.

Artigos Relacionados