Violência doméstica e abuso sexual: “Há muitas denúncias falsas” em casos de divórcio

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“Muitas vezes é usada a ‘bomba atómica’ [da denúncia de abuso sexual e violência doméstica] para tirar partido”, e assim tentar impedir o outro progenitor de ter acesso aos filhos, em caso de divórcio. O alerta vem de Joaquim Manuel Silva, o juiz de família e menores do Tribunal de Mafra que fixa residências alternadas em mais de metade dos casos que acompanha. São “mais as mães” que recorrem a esse argumento e cabe ao magistrado avaliar os indícios para poder decidir. Se forem provados, o outro progenitor “nem sequer tem visitas”.
[veja o vídeo da entrevista em cima]

Entrevista de Paulo Farinha

Veja AQUI outros excertos da entrevista:

“A criança precisa de vinculação ao pai e à mãe” (4:00)
“O conflito entre os pais diminui em caso de residência alternada” (8:00)
“A maioria das pessoas que critica a residência alternada não tem experiência” (4:20)
“Há muitas denúncias falsas de violência doméstica e abuso sexual” (7:20)

[em breve disponibilizaremos a entrevista completa]
Esta conversa com Joaquim Manuel Silva faz faz parte da série de entrevistas NINGUÉM DISSE QUE ISTO IA SER FÁCIL, sobre família e relações, conduzidas pelo jornalista Paulo Farinha. Com psicólogos, psiquiatras, opinion makers, psicoterapeutas, terapeutas de casal, educadores, juristas, enfermeiros, pediatras, juízes, professores e outros profissionais que ajudam a entender as histórias do dia a dia dos filhos que estão a crescer, dos pais que estão a envelhecer, da relação que parece à deriva ou da família que não escolhemos mas com a qual temos de lidar. Veja aqui outros vídeos.